Nomes Linha de pensamento



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Harvey Leinbeinstein - 1922
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  • Biografia
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  • Nascido em 1922, Leibenstein formou-se em 1945 na Universidade de Northwestern e obteve seu MA nesta mesma universidade em 1946. Na Universidade de Princeton, em 1951, obteve seu PhD. Desde então, lecionou nas universidades de Berkeley, Harvard e Princeton.   Contribuição
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  • Harvey Leibenstein elaborou a Teoria da Eficiência-X, em que explicava porque existiam algumas formas de ineficiência, em situações em que as firmas não conseguem minimizar seus custos, seja pela ausência de mercados para oferecer os insumos necessários ou seja pela falta de informação ou falta de especificações da função de produção apresentada. A análise de Leibenstein foi estendida procurando entender situações em que os agentes são tipicamente não maximizadores mas ao longo do tempo adotam o comportamento maximizador conforme a pressão externa torna-se significativa.
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  • Linha de Pensamento
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  • Harvey Leibenstein é um crítico da economia neoclássica, e suas contribuições procuram, apesar de utilizar igual método de pensamento, mostrar comportamentos dos agentes que fogem da ação maximizadora imediata.
  • Principais Obras
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    • Beyond Economic Man: A New Foundation for Microeconomics (1976)
    • General X-Efficiency Theory and Economic Development (1978)
    • Inflation, Income Distribution and X-Efficiency Theory (1980)
  • Axel Leijonhufvud - 1933
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  • Biografia
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  • Leijonhufvud nasceu em 1933 em Estocolmo. Estudou na Universidade de Lund, onde graduou-se em 1960. Na Universidade de Pittsburgh, em 1961 obteve seu MA, e na Universidade de Northeastern, seu PhD, em 1967. Tornou-se professor na Universidade da California, Los Angeles, em 1971.
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  • Contribuição
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  • Leijonhufvud procurou reinterpretar a obra de Keynes. Fundamentalmente, argumentava que a obra de Keynes não era uma obra para análise da Economia do equilíbrio, que o mundo em que Keynes trabalhava não era um mundo com informação perfeita, que Keynes não assumia que os salários nominais eram rígidos, mas que todos os preços mudavam lentamente, e que a causa básica para o desemprego era o fato de que os preços relativos são errados — enquanto as taxas de juros estão muito altas e os títulos de longo prazo estão muito baixos para gerar pleno emprego.
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  • Linha de Pensamento
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  • Leijonhufvud é um economista heterodoxo, que insistiu para a necessidade de entender a Disequilibrium Economics. Sua insistência foi bem sucedida quanto a conscientização da inclusão da análise de desequilíbrio nos livros textos e na agenda macroeconômica.
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  • Principais Obras
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  • On Keynesian Economics and the Economic of Keynes: A Study in Monetary Economics (1968) Information and Co-ordination: Essays in Macroeconomic Theory (1981).
  • Wassily Leontief
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  • Biografia
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  • Wassily Leontief nasceu em São Petersburgo, Russia. Graduou-se na Universidade de Berlin. Foi presidente da American Economic Association em 1970 e 1971. Ganhou o prêmio Nobel, por sua matriz de insumo-produto (ou entrada e saída).
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  • Contribuição
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  • Ao desenvolver a matriz de insumo-produto, criou-se a possibilidade de se estimar as mudanças inter-setoriais diante de uma alteração no produto final. Em 1956, avaliou que as exportações americanas eram mais intensivas em trabalho do que as importações.
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  • Linha de Pensamento
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  • Wassily Leontief sempre foi defensor do uso de informações estatísticas e quantitativas em geral para o estudo da Economia.
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  • Principais Obras
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  • The Structure of the American Economy
  • Essays in Economics: Theories and Theorizing
  • Input-Output Economics
  • Abba Lerner
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  • Biografia
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  • Economista Romeno, estudou na London School of Economics. Tornou-se professor assistente na própria LSE. Em 1937, foi para os EUA, onde lecionou em diversos lugares: Colúmbia, U. de Virgínia,  Kansas City, Amherst, New School for 6Social Research, Roosevelt, John Hopkins, Universidade Estadual de Michigan e Universidade da California.
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  • Contribuição
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  • Lerner criou o conceito de Finanças Funcional. Defendia o uso de uma política fiscal deficitária, a fim de aumentar ou diminuir a demanda agregada visando a manutenção do emprego.
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  • Linha de Pensamento
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  • Lerner era um keynesiano. Era um defensor árduo do Livre Mercado e influenciou economistas como F.Hayek.
  • Fritz Machlup
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  • Biografia
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  • Nascido em Wiener Neustadt, na Áustria, Machlup doutorou-se na Universidade de Viena, onde esteve ao lado de von Mises e F. Hayek. Foi para os EUA em 1935, onde desde então lecionou na Universidade de Buffalo, John Hopkins, Princeton e New York University. Em 1966 foi presidente da American Economic Association.
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  • Contribuição
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  • Procurou descrever duas escolas diferentes a respeito da metodologia econômica, "A Priori" e "Ultra-Empiricista", dependendo da confiança em relação a sistemas de pensamento dedutivos e verificação das hipóteses. Procurou também mostrar como os empresários usam a análise marginal em suas decisões, mesmo que intuitivamente.
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  • Linha de Pensamento
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  • Machlup é um dos poucos economistas que preocupou-se seriamente com a metodologia da Ciência Econômica.
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  • Principais Obras
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  • The Basing-Point System
  • The Production and Distribution of Knowledge in the United States
  • The Political Economy of Monopoly
  • The Economics of Seller's Competition
  • An Economic Review of the Patent System
  • International Payments, Debts, and Gold
  • Alfred Marshall
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  • Biografia
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  • Maschall nasceu em Londres, em uma família de classe média, em 1842. Estudou matemática no Saint John's College.
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  • Contribuição
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  • Marshall foi um dos fundadores da Microeconomia. Criou os termos excedente de consumo (a diferença entre o valor para o consumidor e o preço pago) e a elasticidade da demanda. Também criou os conceitos de Equilíbrio de Curto-Prazo (para produzir mais adicionando trabalho) e Equilíbrio de Longo-Prazo (quando pode adicionar mais capital).
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  • Linha de Pensamento
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  • Marshall contribuiu, em sua obra Principles of Economics, para o desenvolvimento de Equilíbrio Geral, a partir dos desenvolvimentos da Microeconomia Neoclássica.
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  • Principais Obras
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  • Principles of Economics
  • Karl Marx (1818 – 1883) Parte 1
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  • Biografia
  • A Escola Marxista foi uma escola do pensamento econômico fundada por Karl Marx e Fredrich Engels e que consiste num conjunto de teorias econômicas (a mais-valia), filosóficas (o materialismo dialético), sociológicas (o materialismo histórico) e políticas desenvolvidas a partir da filosofia de Hegel, do materialismo filosófico francês do século XVIII e da economia política inglesa do século XIX.
  • A Escola Marxista teve suas referências na segunda fase da grande revolução industrial, onde os grandes avanços tecnológicos permitiam produção de bens e serviço em larga escala.
  • Constatação de elevados lucros acumulados nas corporações capitalistas quer sejam industriais, comerciais e financeiras; ocorrência de grande inconformidade social, haja vista os elevados índices de desemprego e outras adversidades sociais de penúria para ambos seguimentos sociais, tais como a fome e a miséria.
  • O materialismo nasceu na segunda metade do século XX. Marx se prende desta forma ao materialismo como base da filosofia. E assim ele evidentemente elimina a importância da religião e conseqüentemente a de deus. Marx nega a condição e diz que a matéria intercede o espírito.
  • De esquerda, filho de judeu, voltou-se de início para a filosofia e não para política. Escreveu “o capital”, e surgiu a partir de Engels que o incentivou a pensar como político.
  • Marx e Engels escreveram “o manifesto do partido comunista”. O manifesto tinha o sentido de unir os trabalhadores para quebrar o sistema até então vigente.
  • Marx e Engels achavam que os trabalhadores deveriam se unir para resistir contra o sistema capitalista, se unir para vender sua força de trabalho para os capitalistas.
  • A Teoria do Valor, a concepção da Luta de Classes, o conflito Capital - Trabalho e a natureza contraditória do capitalismo, tendendo a crise, são os principais pontos da obra marxista.
  • Parte 2
  • Karl Marx (1818 – 1883) Parte 2
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  • Linha de Pensamento
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  • É o fundador do Marxismo.
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  • Principais Obras
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  •  "Critique of Hegel's Doctrine of the State", 1843.
  • "A Contribution to the Critique of Hegel's Philosophy of Right", 1844, Deutsch-Französicher Jahrbucher.
  • "On The Jewish Question", 1844, Deutsch-Französicher Jahrbucher.
  • "Contribution to the Critique of Hegel's Philosophy of Law", 1844.
  • Economic and Philosophic Manuscripts, 1844 - Copy (2).
  • The Holy Family -- or a Critique of Critical Critique, 1844.
  • "Theses on Feuerbach", 1845.
  • The German Ideology, 1846,
  • The Poverty of Philosophy, 1847.
  • "On the Question of Free Trade" - speech, 1848.
  • Manifesto of the Communist Party with 1848. Copy (1) , Copy (2)
  • "Wage Labor and Capital", 1848, Neue Reinische Zeitung
  • "England's 17th Century Revolution" ,1850, Politische-Okonomische Revue
  • "The Class Struggle in France, 1848 to 1850", 1850, Neue Reinische Zeitung.
  • "The Eighteenth Brumaire of Louis Bonaparte", 1852, Die Revolution.
  • Heroes of the Exile with F. Engels, 1852.
  • Contribution to a Critique of Political Economy, 1859. - Preface
  • Outlines for a Critique of Political Economy (Grundrisse), 1859 - Chapter on Pre-Capitalist Economic Formations.
  • Theories of Surplus Value, three volumes, 1861-3.
  • "Value, Prices and Profit - Address to the IWMA, 1865.
  • Capital: Critique of political economy -
  • Volume One , 1867.
  • Volume Two, 1885.
  • Volume Three, 1894.
  • "The Civil War in France", 1871.
  • Critique of the Gotha Program, 1875
  • Parte 1
  • John Stuart Mill (1806 – 1876) Parte 1
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  • Biografia
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  • Nascido em 1806, J. Stuart Mill foi educado para seguir a Filosofia Utilitarista. Logo cedo, procurou sistemas de pensamento alternativos ao Utilitarismo. Esta procura desembocou nas obras System of Logic (1843) e Principles of Political Economy (1848). Trabalhou 35 anos para a East India Company, só deixando-a para assumir a condição de Membro do Parlamento de 1865 a 1868, votando juntamente aos radicais e defendendo posições contrárias aos conservadores, em assuntos controversos como o sufrágio universal, a escravidão, a questão da terra na Irlanda, o sistema de impostos adequado. Morreu em 1876 em Avignon.
  • Filósofo e economista clássico inglês, em 1848 publicou sua maior obra, Princípios de Economia Política, onde tentava integrar a teoria valor-trabalho e a teoria da utilidade. Dizia-se discípulo de Bentham e Ricardo, mas suas obras tinham, quase sempre, características distintas. Teve uma sólida formação clássica e foi muito influenciado pelas idéias de Bentham e Ricardo. Aderiu com algumas restrições a filosofia positivista de Comte.
  • Linha de Pensamento
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  • Mill segue a linha de pensamento neoclássica, trabalha a teoria da utilidade e tenta uni-la a teoria do valor-trabalho. É muitas vezes contraditório, mas sua análise teórica e perfeita convencendo diversos economistas.
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  • Abandona o rigor do Laissez-Faire, e prega a maior intervenção do Estado na economia, fez diversas contribuições no âmbito dos preços de demanda/oferta.
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  • Principais Obras
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  • Princípios de Economia Política;
  • Um Sistema de Lógica;
  • Ensaios sobre Algumas Questões não Resolvidas de Economia Política;
  • Da Liberdade.
  • A democracia de cada um
  • Parte 2
  • John Stuart Mill (1806 – 1876) Parte 2
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  • Contribuição
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  • Como já foi dito acima sua maior obra foi Princípios de Economia Política, a mais abrangente síntese da teoria econômica até a aquela data. Analisou as teses de Malthus e Ricardo. Abandonou a rigor da doutrina do Laissez-faire, acreditava numa maior intervenção do Estado na economia. Em relação a teoria valor-trabalho, procurou demonstrar como o preço é determinado pela relação Demanda/Oferta. Lançou a idéia de elasticidade da demanda, mais tarde introduzida por Alfred Marshall. Suas ideais libertárias e altruístas levaram-no a tentar conciliar teoricamente empirismo, determinismo, liberalismo e socialismo, e, na ação prática, a defender o direito de voto às mulheres e o direito dos sindicatos a greve.
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  • Mill avalia que há duas grandes formas de entender a política. Uma delas enxerga a política como uma arte na qual a determinação de uma forma de governo depende exclusivamente da escolha dos cidadãos. A outra visão imagina a política como um ramo das Ciências Naturais na qual as formas de governo dependem dos hábitos, costumes, meio geográfico e outros elementos pré-definidos de um determinado povo, portanto a ação humana estaria limitada a encontrar a forma de governo que fosse mais apropriada a uma determinada sociedade.
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  • Mill rejeita as duas hipóteses extremas como absurdas, ponderando que nem é possível às sociedades humanas constituir qualquer forma de governo que lhe aprouver, nem que exista uma forma pré-determinada e que estas formas fossem organismos com vida própria. Segundo ele as duas visões extremas devem-se apenas ao esforço argumentativo dos partidários das duas concepções.
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  • Tentando resolver a questão ele propõe alguns pressupostos. Em primeiro lugar que as instituições políticas são produto da ação humana e ao desejo humano devem sua origem e existência, neste sentido se aproximando dos partidários da primeira posição.
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  • Mas, diz ele, a "máquina política" (Political Machinery) não age por si mesma, mas precisam ser operadas por homens e isto limita o universo de opções possíveis porque requer que um sistema político atenda a três condições:
  • A população a qual as Instituições Políticas se destinam devem desejar esta forma de governo ou, ao menos, não se opor a ela a ponto desta oposição ser um obstáculo intransponível;
  • Esta população deve desejar e ser capaz de manter o sistema em funcionamento;
  • Ela deve desejar e ser capaz de fazer - ou deixar de fazer - o que é necessário para atingir os objetivos.
  • Parte 1
  • Parte 3
  • John Stuart Mill (1806 – 1876) Parte 3
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  • Parte 2
  • Parte 4
  • Segundo Mill, os partidários do que ele chama de Teoria Naturalista da Política tiram as conclusões erradas da incapacidade de se implantar determinadas formas de governo a uma sociedade específica porque não levam em conta estas três condições que limitam o leque de escolhas das instituições políticas.
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  • As formas de governo, uma vez observadas aquelas três condições, seria portanto uma questão de escolha. A procura e debate sobre qual seria a melhor forma de governo de forma abstrata não seria, assim, um exercício falaz, mas um exercício útil do intelecto na medida que este debate pode colaborar para a superação das condições desfavoráveis e desenvolvimento de uma consciência dos cidadãos que permita o atendimento das três condições estabelecidas por ele.
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  • Isto porque embora os usos e costumes de uma determinada sociedade podem impedir a adoção de uma forma de governo, esta não é uma condição permanente porque não deriva, como querem os Naturalistas, do caráter daquele povo, mas do Não preenchimento por estas sociedades das três condições estabelecidas.
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  • Por fim Mill reconhece que há profundas forças sociais que atuam sobre o processo político, algumas das quais baseiam sua força na existência de uma maioria de poder apenas potencial na sociedade. É o debate em torno das instituições políticas possíveis que liberta parte deste potencial porque a persuasão pode mobilizar muito mais forças que os meros interesses materiais mais imediatos.
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  • Mill contesta a suposição popular de que se fosse possível ter um bom déspota então o despotismo seria a melhor forma de governo. Ainda que fosse possível imaginar que existisse um "super-homem" capaz de dar conta da imensa tarefa de gerenciar os assuntos do país d forma satisfatória, tal situação representaria a degradação intelectual e moral do povo.
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  • Um povo ao qual se tirou, à exceção de alguns cidadãos selecionados, a necessidade de pensar ou a responsabilidade por seus atos - afirma Mill - se preocuparia apenas com questões materiais. Esta, ainda de acordo com o autor, não seria uma tendência natural como avaliam aqueles que estudaram as sociedades orientais, mas uma necessidade inerente ao sistema despótico.
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  • Mesmo que se imaginasse uma situação hipotética na qual o déspota permite aos seus súditos que eles discutam livremente as questões relacionadas ao governo, ainda assim ele não passaria de um mestre indulgente e os súditos de escravos aos quais os direitos poderiam ser retirados a qualquer momento. Esta situação hipotética produziria uma tal tensão política e social que, assevera Mill, o bom despotismo acabaria por ser sucedido por um "mau despotismo".
  • John Stuart Mill (1806 – 1876) Parte 4
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  • Parte 3
  • A única exceção, ou seja, a única situação na qual a ditadura seria admissível - ainda assim por um curto espaço de tempo - seria uma situação de emergência tal na qual esta medida extrema seria necessária para restabelecer a liberdade pela remoção dos obstáculos a ela numa sociedade.
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  • Assim ele crê que o "bom despotismo" - que ele considera uma contradição em termos - pode ser ainda mais prejudicial a uma sociedade avançada que o "mau despotismo" porque consome as esperanças e energias deste povo.
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  • A forma ideal de governo para Mill seria aquela na qual a soberania está depositada sobre a totalidade da comunidade com cada cidadão não só tendo direito a voz como pelo menos ocasionalmente é chamado a tomar parte diretamente no governo ocupando algum cargo.
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  • Objetivamente a qualidade de um governo poderia ser medida - assevera o autor - pela eficiência com a qual um governo divide internamente as suas tarefas e responsabilidades, ou seja, na "quantidade" de eficiência com a qual ele promove o gerenciamento da distribuição dos negócios da sociedade entre seus membros e qual é o efeito desta distribuição na melhora ou deterioração dos talentos da sociedade.
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  • De uma forma geral a melhor forma de governo para uma determinada sociedade seria, idealmente, aquela na qual se produz a maior quantidade de conseqüências benéficas imediatas ou posteriores. Um governo completamente popular, diz Mill, seria o único que poderia atender a esta exigência por dois motivos.
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  • O primeiro seria que os direitos e interesses só teriam uma salvaguarda absolutamente segura nas mãos do próprio interessado. O segundo é que a prosperidade geral está diretamente relacionada à quantidade e variedade das energias empenhadas em promovê-la.
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  • Aos que contestam a sua premissa que cada um é o único guardião seguro de seus próprios direitos e interesses, Mill alega que este princípio será válido enquanto o homem continuar a preferir a si mesmo ao invés do outro, aos que estão próximos aos distantes. Uma das conseqüências, contudo, deste raciocínio é que em oposição aos conservadores ingleses seus contemporâneos ele defende o sufrágio universal, inclusive feminino.
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  • Indo além, ele afirma que é inerente ao ser humano que o patrocínio e proteção dos interesses dos outros seja menos salutar que a construção desta defesa pelas próprias mãos dos interessados. Só pelas próprias mãos dos interessados, crê ele, se é capaz de produzir resultados positivos e duráveis.
  • Ludwig Von Mises
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  • Biografia
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  • Doutorou-se em Direito e Economia na Universidade de Viena, em 1906.
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  • Contribuição
  • Procurou mostrar como o Socialismo era um sistema instável economicamente. Chamou atenção para o fato das verdades econômicas não poderem ser testadas empiricamente.
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  • Linha de Pensamento
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  • Juntamente com Hayek, desenvolveu o corpo teórico da escola de economia austríaca.
  •   Principais Obras
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    • Socialism
    • Human Action: A Treatise on Economics
    • The Theory of Money and Credit
    • Omnipotent Government: The Rise of the Total State and Total War
  • Thomas Mun (1571 – 1641)
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  • Biografia
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  • Pouco se sabe sobre a educação de  Mun. Seu aprendizado se deu diretamente no comércio, onde prosperou. Posteriormente trabalhou na East India Company. Sua obra principal foi toda publicada postumamente.
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  • Contribuição
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  • Mun foi um dos primeiros pensadores a sistematizar as idéias mercantilistas. Defendia a produção interna, protegida da importação de bens finais, embora favorecendo a importação de matérias-primas para a produção interna, desta forma gerando empregos e riqueza. Também insistia na importância do crescimento populacional e na manutenção de um saldo positivo na balança comercial.
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  • Linha de Pensamento
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  • Mun é um expoente do Mercantilismo. Os diversos críticos as concepções mercantilistas, argumentaram que as medidas tomadas para manutenção de um saldo positivo na balança comercial seriam inócuas, pois um resultado positivo continuado apenas redundaria em um aumento de preços, sem consequências para a riqueza do país.
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  • Principais Obras
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    • England's Treasure by Forraign Trade (1628; publicado apenas em 1664)
  • Richard Musgrave - 1910
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  • Biografia
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  • Nasceu em 1910, na Alemanha. Seus primeiros estudos foram realizados na Universidade de Munique e de Heidelberg. Posteriormente, aperfeiçoaria seus estudos na Universidade de Rochester e em Harvard. Lecionou na Universidade de Michigan e Universidade da Califórnia e trabalhou para o Federal Reserve Board.
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  • Contribuição
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  • Acreditava na importância do setor público prover instrumentos reguladores para o bom funcionamento das forças de mercado. A interação correta do setor público e o setor privado leva a harmonia das questões econômicas.
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  • Linha de Pensamento
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  • Musgrave é um pensador livre, que não se enquadra em correntes de pensamento específicas.
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  • Principais Obras
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