Nomes Linha de pensamento



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George Stigler Parte 1
  • BIOGRAFIA
  • George Joseph Stigler (1911-91), economista americano, nascido em Renton, Washington; doutor pela Universidade de Chicago 1938; lecionou na Iowa State College 1936-38, Universidade de Minnesota 1938-46, e Universidade de Columbia 1947-58; entrou na Universidade de Chicago em 1958, se aposentou em 1981; fundou o Centro para Estudos Econômicos e Sociais 1977.
  • Nasceu em Renton, um subúrbio de Seattle, Washington, em 1911. Era a única criança de Joseph e Elizabeth Stigler que tinham migrado separadamente para os Estados Unidos ao término do 19º século o pai da Baviera e a mãe do que era então a Áustria-Hungria (e a mãe dela era na realidade húngara). Freqüentou escolas em Seattle pela Universidade de Washington da qual era graduado em 1931. Passou o próximo ano em Universidade Noroeste.
  • O treinamento diplomado principal foi recebido na Universidade de Chicago da qual recebeu o Ph.D. em 1938. A Universidade de Chicago teve três economistas então - cada notável do próprio modo dele - debaixo de quem influência veio ele. Cavaleiro de H. Honesto era um filósofo poderoso, céptico, àquele tempo que debate teoria importante austríaca vigorosamente mas gradualmente interesse perdedor nos detalhes de econômico. Jacob Viner era o disciplinador lógico, e igualmente o estudante onisciente da história de economias. Henry Simons era o porta-voz apaixonado para uma organização racional, descentralizada da economia. Foi influenciado igualmente por dois estudantes da mesma categoria, W. Allen Wallis e Milton Friedman.
  • Seu ensino começou em 1936 em Iowa, Faculdade Estatal onde T. W. Schultz era o presidente de departamento. Dois anos depois, foi para a Universidade de Minnesota da qual estava em licença durante vários anos durante a guerra como um sócio de Grupo de Pesquisa Estatístico em Universidade de Columbia. Depois da guerra, voltou a Minnesota da qual se moveu para Dourar Universidade logo, e um ano depois, para Universidade de Columbia onde ele permaneceu de 1947 até as 1958. O último ano, estava em licença ao Centro para Avançado Estudo nas Ciências do comportamento, enquanto compartilhando um ano esplêndido com Kenneth Arrow, Milton Friedman, Melvin Reder, e Robert Solow. Em 1958, veio para Chicago onde permaneceu.
  • CONTRIBUIÇÃO
  • Ficou conhecido por seus estudos sobre o comportamento do mercado de acordo com o comportamento do governo; recebeu o prêmio Nobel em 1982 por estudos sobre as estruturas industriais, mercados, e regulações públicas. Desenvolveu teorias sobre a forma de comportamento dos mercados em concorrência imperfeita, resultante do domínio da economia pelos grandes monopólios. Opõe-se à teoria tradicional e mostra que há vários elementos incidentes sobre o preço final da mercadoria, entre os quais os relativos à propaganda, à informação, à pesquisa etc. Em sua análise do intervencionismo estatal, Stigler procura demonstrar que o excesso de regulamentações governamentais não protege o público, como se pretende, e sim as empresas. Stigler critica também a teoria tradicional de que as diferenças das taxas de lucro desaparecem rapidamente com a transferência de capitais e mão-de-obra de empresas e setores frágeis para outros mais fortes. Em sua opinião, o que há é um nivelamento natural.
  • Parte 2
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  • George Stigler Parte 2
  • Parte 1
  • LINHA DE PENSAMENTO
  • A linha de pensamento é a Escola de Chicago, cujo pensamento econômico é monetarista, reunida em torno de Milton Friedman e outros professores da Universidade de Chicago, e que sustenta a possibilidade de manter-se a estabilidade de uma economia capitalista apensas por meio de medidas monetárias, baseadas nas forças espontâneas do mercado. Milton Friedman, o principal teórico do grupo, considera a provisão de dinheiro o fator central de controle no processo de desenvolvimento econômico. Explica as flutuações da atividade econômica não pelas variações do investimento, mas apenas pelas variações de oferta de dinheiro – entendida como a demanda monetária que depende da renda permanente dos agentes econômicos. A escola de Chicago baseia-se na teoria quantitativa da moeda, formulada por meio de uma equação que estabelece uma relação entre os preços, o número de transações e o volume do dinheiro e sua velocidade de circulação na economia: a quantidade de dinheiro em circulação é considerada o determinante principal do nível dos preços, que pode ser influenciável por determinadas formas de política monetária. Dessa maneira, a inflação, por exemplo, é vista como fenômeno puramente monetário. Apoiando-se numa forte crença nos mecanismos de competição e nas forças do livre mercado, a escola de Chicago é contrária a qualquer política pós-keynesiana de participação do Estado na expansão das atividades econômicas, sustentando que qualquer intervenção desse tipo é inútil e nociva e que apenas uma correta política monetária pode levar à estabilidade econômica. Além de Friedman, destacam-se na escola de Chicago os economistas Henry Simons, F. A. Von Hayek, Frank Knight e George Stigler. A escola de Chicago ficou conhecida como inspiradora de recentes políticas econômicas ortodoxas recessivas, praticadas por governos autoritários sul-americanos.
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  • OBRAS PRINCIPAIS
  • As obras de Stigler incluem:
  • Theory of Price – Teoria do Preço, 1964;
  • Theory of Competitive Price – Teoria do Preço Competitivo, 1946;
  • Five Lectures on Economic Problems – Cinco Conferências sobre Problemas Econômicos, 1949;
  • Production & Distribution Theories – Teorias da Produção e da Distribuição, 1951;
  • Capital em Rates of Return in Manufacturing Industries – Capital e Taxas de Lucro nas Indústrias de Transformação, 1963;
  • Organization of Industries – Organização de Industrias, 1969;
  • Teh Citizen and the State: Essays on Regulation – O Cidadão e o Estado: Ensaios sobre Regulamentação, 1977.
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  • John Commons (1862 – 1945)
  • BIOGRAFIA
  • Nasceu em Ohio, USA, foi professor de economia nas Universidades de Wesleyan, Oberlin, Indiana, Syracuse e Winscosin. Foi Presidente da American Economic Association.
  • Economista de grande influência nos meios acadêmicos e nas idéias políticas norte-americanas, pode ser destacado como um dos nomes fundamentais nas origens do movimento Institucionalista. Grupo que, alimentado pelas idéias de Veblen e Commons, fez o institucionalismo florescer nos Estados Unidos entre as Grandes Guerras, incluía dentre outros Clarence Ayres, Wesley Mitchell e Walton Hamilton.
  • CONTRIBUIÇÕES
  • Sua grande contribuição não se deve tanto a seus escritos teóricos e sim a Legislação que promoveu e conseguiu fazer aprovar nas Câmaras Legislativas Americanas.
  • Sua amizade com Robert LaFollette e outros senadores progressistas impulsionou uma profunda reforma de Legislação Trabalhista, especialmente em referência às condições de Seguridade e higiene nos postos de trabalhos, seguros de desempregos e programas de seguridade social para os aposentados. Tudo isto antes da primeira guerra mundial.
  • John Commons investigou o papel do Estado e propôs o desenvolvimento de uma “Economia Institucional” como síntese da Economia Política, o Direito e a Ética.
  • Segundo Commons há transações sociais em que pessoas ou grupos negociam e discutem entre si as atribuições de direitos e deveres sobre objetos e ações, tentando cada um obter o máximo possível de propriedade e liberdade.
  • Commons (segundo Ramstad 1996:415) identificou três tipos de tran­sações: “as transações de barganha nas quais a propriedade é trans­ferida por acordo voluntário entre legalmente iguais; as tran­sações administrativas através das quais riqueza é criada pelo comando de superiores legais; e as transações de repartição pelas quais os encargos e bene­fícios da criação de riqueza são reparti­dos pela ordem de superiores legais.”
  •  LINHA DE PENSAMENTO
  • John Commons, apesar de pertencer a Escola Institucionalista Americana, desenvolvida por uma corrente de pensamento, ocorrida no final do século XIX, não tinha todas as características de uma escola de pensamento propriamente dita, já que não existia uma consciência entre seus membros que pertenciam a uma escola de um mestre reconhecido. Assim, os institucionalistas foram ancorados pela corrente do pensamento neoclássica e pela emergente keynesiana.
  • OBRAS PRINCIPAIS
  • The Distribution of Wealth ( A Distribuição da Riqueza),1893;
  • A Documentary History of Industrial American Society, 10 vols (1910-11, 1958)
  • History of Work in the United States, (História do Trabalho nos Estados Unidos),1918;
  • Legal Foudations of Capitalism (Fundações Legais do Capitalismo), 1924;
  • Institutional Economics (Economia Institucional), 1934;
  • Myself , 1934 ;The Economics of Collective Action, ed. K. H. Parsons (A Economia e a Ação Coletiva), 1950;
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  • Frank Knight (1885 – 1973)
  • BIOGRAFIA
  • Nascido em Illinois, Estados Unidos da América, Frank Knight formou-se em economia e filosofia. Passou a trabalhar como professor de economia em 1919, na Universidade de Iowa. A partir de 1928 passa a compor o quadro de docentes da Universidade de Chicago, onde permaneceu e desenvolveu seus trabalhos até sua morte.
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  • OBRAS PRINCIPAIS
  • Knight é apontado como um dos membros mais influentes do Instituto de Economia da Universidade de Chicago. Suas obras mais importantes são: Risk, Uncertainit and Profit ( Risco, Incerteza e lucro ), publicado em 1921; The Economic Organization ( A Organização Econômica), 1930 ; Freedom and Reform ( Reforma e Liberdade ), 1947; e Essay on the History and Method in Economics de 1956.
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  • CONTRIBUIÇÃO
  • Os estudiosos em economia afirmam ser a maior contribuição à teoria econômica realizada por Knight, no campo das discussões relativas a existência ou não de lucros num estado estacionário da economia. Knight afirmava que não necessitava estar a economia em estado de mudança. A geração dos lucros advinham das diferenças entre a realidade e os resultados esperados.
  • Como defensor da Escola Neoclássica Knight esforça-se para esclarecer a natureza e o papel do homem econômico. Outra afirmação defendida por ele e que deriva da tradição neoclássica é que a concorrência tende a desenvolver uma distribuição eficiente dos recursos existentes.
  • Influenciou sobremaneira as análises e recomendações políticas da Escola de Chicago.
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  • LINHA DE PENSAMENTO
  • Por estar intimamente ligado às tradições neoclássicas, Knight afirma que o homem se comporta através de múltiplos canais e pressupõe que o homem observado na sua totalidade, envolvendo os aspectos materiais da vida, comporta-se de forma a elevar seus ganhos ao máximo, seja como consumidor ou como produtor.
  • Afirma ainda que atividade econômica tem como objetivo maximizar os ganhos do produtor e do consumidor.
  • Outro raciocínio do economista indica que o produtor que souber avaliar corretamente as oportunidades e melhor desenvolver a sua atividade produtiva será recompensado com o lucro.
  • Knight foi discípulo de J. B. Clark, então diante de divergências existentes entre Marshall e Clark, é contrário à afirmação de Marshall de que existiriam lucros numa economia em estado estacionário. Contra este argumento afirmava que numa economia estacionária, a renda somente aparecia na forma de salários, juros e renda da terra. Os lucros por sua vez seriam resultado das incertezas provenientes do futuro.
  • Desenvolveu sua idéia sobre lucro puro que seria a recompensa do empresário diante da atitude de investir e desempenhar atividades produtivas num cenário onde prevalecia a incerteza.
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  • James Mill (1773 – 1836)
  • BIOGRAFIA
  • Pensador inglês, pai de Jonh Stuart Mill. Amigo e discípulo de Jereny Bentham, desenvolveu e ajudou a difundir as teses do Utilitarismo.
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  • LINHA DE PENSAMENTO
  • No Utilitarismo eles adotavam a doutrina Ética segundo a qual o bem se identifica com o útil, ou seja, toda felicidade esta em obter o útil, no afastamento da dor e aproximar-se o máximo possível do prazer.
  • Considerava que toda a moral se apoia no egoísmo e toda vida social se resume nos interesses econômicos. Assim toda ciência social resume-se na economia política.
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  • OBRAS PRINCIPAIS
  • Escreveu ELEMENTOS DA ECONOMIA POLITICA, em 1821 um manual de economia que retoma as idéias de Ricardo.
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  • Edward Chamberlin (1899 – 1967)
  • BIOGRAFIA
  • Economista norte-americano, titular da cadeira de economia da Universidade de Harward,
  • conhecido por sua obra (A teoria da Concorrência Monopolista), de 1933.
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  • LINHAS DE PENSAMENTO
  • Nela propõem um enfoque da teoria econômica que rompe com os antigos conceitos de convivência pura (ou perfeita) ou de puro monopólio.
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  • Contribuição
  • Introduz o conceito de concorrência monopolista que para ele, caracteriza as condições reais em que a maioria das empresas opera nas economias de mercado. Chamberlin considera haver uma íntima combinação da concorrência e do monopólio na maioria das situações econômicas: transportando a noção de monopólio da empresa para o produto que ela fabrica, demonstra que todo empresário detém o monopólio de seu produto cuja especificidade seja por meio de uma marca, seja por apresentação especial ou peculiaridade física – é explorada pela publicidade, visando a vencer a concorrência de produtos semelhantes no mercado. Essa noção de concorrência monopolista, mas que uma mudança de técnica, implica uma nova visão do sistema econômico, já pronunciada por Piero Sraffa em 1926 e por Joan Robson em 1932 ( em sem estudo a concorrência em perfeita).
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  • OBRAS PRINCIPAIS
  • Chamberlin publicou também POR UMA TEORIA MAIS GERAL DO VALOR em 1957, e Analise Econômica do Poder dos Sindicatos em 1958.
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  • Armen Alchian (1914 – 1992)
  • BIOGRAFIA
  • Economista americano nascido em dezembro de 1914 em Fresno, na Califórnia. Em 1932 atendeu à faculdade do estado de Fresno, e transferido a Stanford em 1934. Obteve seu B.A. de Stanford em 1936. Continuou em Stanford como um estudante graduado, tornando-se P.H.D. Em seguida Alchian se tornou instrutor na universidade de Oregon, serviu nas forças aéreas do exército dos Estados Unidos entre 1942 e 1946. Logo depois chegou na UCLA onde se tornou professor de economia em 1958.
  • LINHA DE PENSAMENTO
  • Pensador inovativo em 1950 que reformou o estudo da economia política, direcionando a atenção às instituições da propriedade confidencial, considerando a estrutura da política e da lei de forma que incentivasse os economistas.
  • CONTRIBUIÇÃO
  • Contribuiu com artigos do significado principal. Está aqui uma revisão de algumas de suas contribuições mais significativas.
  • Evolução e Aprendizagem (Teve sua opinião racional sobre o homem econômico, a aprendizagem e a incerteza são um tema constante do trabalho de Armen).
  • Leis e Economias (Armen foi um pai fundador da ¨Escola da Lei¨e da economia).
  • Custos das Transações e Teoria das Organizações (Armen conduziu uma maneira natural de investigar a operação da Firma e de outras organizações).
  • Custos da Informação e Desemprego do Recurso (Armen foi um pioneiro na idéia de que os custos da informação podem conduzir ao desemprego do recurso, especialmente do trabalho).
  • Dinheiro (Armen defendia o papel do dinheiro como um facilitador do comércio).
  • Troca e Produção ( Original e principal texto na economia sendo mais literário que todos os outros).
  • PRINCIPAIS OBRAS
  • As principais obras são as seguintes:
  • ¨Incerteza, Evolução e Teoria Econômica¨ em 1950
  • ¨A taxa de interesse, a taxa do custo excedente do retorno e a taxa do retorno interna¨ em 1955
  • ¨Propriedade confidencial e o custo relativo¨ em 1958
  • ¨Custo e Saída¨ em 1959
  • ¨Redistribuição da riqueza com a inflação¨ em 1959
  • ¨A validez da retardação da inflação-reduzida dos salários¨ em 1960
  • ¨Monopólio da competição¨ em 1962
  • ¨Confiabilidade de curvas do progresso na fuselagem da produção¨ em 1963
  • ¨Impacto econômico e social da taxa de matrícula livre¨ em 1968
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  • Friedrich Engels (1820 – 1895) Parte 1
  • BIOGRAFIA
  •  Filho de um rico industrial alemão de Manchester, nasceu na Alemanha en 1820, colaborador de Karl Marx na elaboração dos princípios do socialismo científico e do materialismo histórico. Foi um pensador diversificado, visto que abordou temas de filosofia, história, etnologia, ciências naturais, estratégia militar e economia política. Faleceu em 1895 aos 75 anos de idade após ter contribuído muito com os pensamentos de Marx e ter publicado notáveis obras. Juntamente com Marx, foi defensor ativo do comunismo e desenvolveu a teoria do socialismo científico.
  •  CONTRIBUIÇÃO
  • As contribuições de Engels estão basicamente ligadas às teorias marxistas. Ele desenvolveu uma profunda amizade com Marx e chegou a influenciá-lo ao estudo dos escritos de Adam Smith, Ricardo e outros economistas clássicos ingleses. Ajudou Marx a fundamentar teoricamente o socialismo, que era dominado pelo pensamento utopista.
  • Em 1847, juntamente com seu amigo Marx , fundamentou a teoria do socialismo científico, apresentou o programa da revolução proletária e a função histórica da ditadura do proletariado.
  • Sendo Engels um dos pensadores da Escola Marxista, desenvolveu teorias econômicas, filosóficas, sociológicas e políticas, cujas sínteses dessas formulações foi apresentada em 1867 no livro O Capital de Marx, que expõe a teoria da mais-valia e considera o capitalismo um modo de produção transitória, sujeito a crises econômicas cíclicas que deveria ceder o lugar ao modo de produção socialista.
  • Colaborou intensamente na redação do livro primeiro de O Capital e, depois da morte do seu amigo Marx, editou os livros segundo e terceiro da mesma obra, com numerosas notas explicativas, além de redigir o capítulo “Rotação de capital”do qual, Marx havia deixado apenas o título.
  • É digno de nota que, como reconhecimento da contribuição de Engels à teoria econômica de Marx, passaram a ser editados como apêndice de O Capital, dois trabalhos econômicos de sua autoria: Lei do valor e taxa de lucro e A bolsa.
  • Por conseguinte, é correto afirmar que Engels contribuiu bastante com os pensamentos de Marx, sendo seu companheiro na Escola Marxista , defendendo o comunismo e o socialismo científico, além de contribuir, e muito, com a sua obra principal que foi O Capital, cuja participação foi bastante notável.
  • Parte 2
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  • Friedrich Engels (1820 – 1895) Parte 2
  • Parte 1
  • LINHA DE PENSAMENTO
  • Engels, assim com Marx era membro da escola Marxista e defendia o socialismo científico, embora o socialismo fosse encarado por muitos como uma teoria utópica. Defendia também o comunismo, cuja doutrina defende a abolição da propriedade privada dos meios de produção, a distribuição igualitária dos bens produzidos pela sociedade e que a organização da riqueza social seja feita pela própria comunidade de produtores
  • Para ele, intensificando a luta de classes, os trabalhadores poderiam destruir a dominação da burguesia e construir a sociedade comunista. Defendia a tese de que ao desenvolver as forças produtivas nos mercados nacionais e internacionais e ao intensificar cada vez mais a concentração de riqueza social, o capitalismo criava as condições de sua própria superação. Justamente por isso, tanto Engels quanto Marx afirmavam que a libertação dos trabalhadores deveria ser obra dos próprios trabalhadores.
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  • Na sua visão, o trabalho deveria deixar de ser um sacrifício, passando a tornar-se um prazer para todos os membros da sociedade, porque seria um trabalho livre e consciente , onde cada pessoa receberia da sociedade o suficiente para satisfazer suas necessidades físicas e culturais. De modo que é observada a sua preocupação com o bem-estar da sociedade através da defesa da igualdade social.
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  • OBRAS PRINCIPAIS
  • Como um estupendo pensador marxista, Engels desenvolveu muitas obras que merecem notável destaque. Em 1843, escreveu o artigo Umrisse zur Kritik der Nationalokonomie (Esboços para uma Crítica da Economia Política), que influencio a teoria econômica de Marx. Em Die Lage der arbeitenden Klasse in England ( A Situação da Classe Operária na Inglaterra), 1845, Engels analisa as conseqüências sociais da Revolução Industral nas condições de vida dos operários. Publicou com Marx Die Deutsche Ideologie (A Ideologia Alemã), 1845/1846, e Die Heilige Familie (A Sagrada Família), 1845 e em 1848 ambos publicaram Das Kommunistische Manifest (O Manifesto Comunista). Sozinho publicou ainda Der Deutsch Bauernkrieg (A Guerra Camponesa na Alemanha).
  • É digno de nota que a sua principal colaboração foi em o Capital, de Marx, uma vez que após a morte do seu amigo editou os livros segundo e terceiro da mesma obra, cuja recompensa deu-se com a edição de dois trabalhos econômicos de sua autoria que foram Lei do Valor e Taxa de Lucro e A Bolsa, além de ter tido o privilégio de redigir o capítulo “Rotação do Capital”, do qual Marx havia deixado apenas o título.
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  • Gordon Tullock (1926)
  • BIOGRAFIA
  • Gordon Tullock nasceu em 1926, estudo na Universidade de Virgínia em Carolina do Sul e tornou-se professor da Universidade da Lei e da Economia e de distinto companheiro da pesquisa no James M. Buchanan Centro para a Economia Política na Universidade do Mason de George. Prende uma nomeação comum entre a Escola de Lei da Universidade do Mason de George e o Departamento da Economia.
  • O professor Tullock, devido aos seus méritos próprios, recebeu em 1947 um J.D. da Universidade de Chicago e em 1992 recebeu um Doctorate Honorary das leis da mesma Universidade.
  • CONTRIBUIÇÃO
  • Tullock, como um pensador modernista, pôde contribuir muito com a história da economia através das sua teorias, invenções e obras.. Depois dos períodos do emprego como um advogado na Lei e no Departamento de Estado dos Estados Unidos, em 1966 o professor Tullock transformou-se em editor fundando o jornal de fazer de decisão do Non-Mercado (escolha pública rebatizada mais atrasada ). Remanesceu editor sênior da escolha pública até maio de 1990. Em 1968 (junto com Charles Goetz) estabeleceu o centro para estudos na escolha pública (rebatizada o centro para o estudo da escolha pública em 1969 em que tem-se juntado Buchanan de James Virgínia e se transformou diretor do centro). De modo que podemos afirma que uma das suas maiores contribuições foi a fundação do jornal de Non-Mercado.
  • LINHA DE PENSAMENTO
  • O professor Tullock tem um pensamento mais voltado para a política e procura defender as leis, analisar os dilemas da sociedade, bem como problemas econômicos como o aluguel e o monopólio. Em vista das suas teses, é autor de vinte e três livros e de uns cem diversos artigos na economia, na escolha pública, na lei, na bio-economia e em casos estrangeiros .
  • Devido a sua linha de pensamento basicamente política, Tullock também envolveu-se na discussão sobre o Cociente eleitora e a legitimidade das decisões legislativas, e assim como Buchanan, defendia a tese de que no que a composição do corpo de representantes deveria ser percebida como expressão de uma decisão unânime do corpo eleitoral,pois só a representação proporcional repõe, no corpo de representantes, a unanimidade consensual suposta pela idéia do contrato constitucional originário. E quanto à decisão do corpo de representantes, não há outra alternativa senão tomá-la por maioria ou, quando estão em causa direitos individuais ou matéria de natureza constitucional, por um número maior que qualifique a decisão, tal como dois terços, ou três quintos, aproximando-a da quase unanimidade.
  • OBRAS PRINCIPAIS
  • "The Edge of the Jungle", 1972, in Tullock, editor, Explorations in the Theory of Anarchy
  • The Social Dilemma: the economics of war and revolution, 1974.
  • "A New and Superior Process of Making Social Choices", with T.N. Tideman, 1976, JPE
  • Autocracy; Economics of Income Redistribution
  • The New World of Economics, with R.B. McKenzie, 1978.
  • Trials on Trial: the pure theory of legal procedures, 1980.; "Efficient Rent Seeking", 1980, in Buchanan et al, editor, Toward a Theory of the Rent-Seeking Society ;"Federalism: problems of scale", 1981, in Grewal, editors, Economics of Federalism.
  • The Organization of Inquiry
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