Nomes Linha de pensamento



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Parte 1
  • Biografia
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  • Nascido em 1859 e faleceu em 1940. Economista norte-americano, de formação neoclássica. Estudou nas universidades de Washington, Harvard e Berlin. De volta a Harvard em 1882, iniciando uma longa carreira acadêmica, editou a revista Quartely Journal of Economics e publicou o manual Princípios de Economia (1911) . Especializado nas áreas de Comércio e finanças internacionais, foi assessor do presidente Wilson e fez parte da comissão que elaborou, em Paris, os tratados comerciais após a Primeira Guerra Mundial
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  • Teoria
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  • Em seus trabalhos de teoria econômica geral, insistiu numa continuidade entre as teorias clássicas e neoclássicas, argumentando que a economia consistia num único corpo de idéias, constantemente reelaboradas e redefinidas. Em seus primeiros livros, The Tariff History of The United States ( História das tarifas nos Estados Unidos), 1888, e Wages and Capital (Salários e Capital), 1896, tentou 9combinar a análise teórica com os dados empíricos. Sobre economia internacional, publicou Aspects of the tariff Question (Aspéctos da Questão Tarifária), 1915, e International Trade (Comércio Internacional)
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  • Contribuição
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  • Fez uma análise abrangente sobre o estudo das tarifas, salários e capital em âmbito nacional e internacional.. Era contra as doutrinas de Marshall. A contribuição de Taussing foi muito importante no que diz respeito à análise das tarifas pois o próprio Schumpeter aproveitou-se desses ensinamentos para agregar estudos para fundamentar sua teoria.
  • Parte 2
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  • Frank William Taussig (1859 – 1940)
  • Parte 2
  • Linha de pensamento – Neoclássica
  •  Escola e teoria econômica que define o valor dos bens a partir de um fator subjetivo – a utilidade, isto é, uma capacidade de satisfazer as necessidades humanas, rompendo com a teoria clássica do valor-trabalho.. Como a necessidade é uma característica subjetiva, também a utilidade de um bem terá uma avaliação subjetiva; um mesmo bem ou serviço terá diferentes utilidades e, portanto, valores diferentes, de acordo com o indivíduo. Para explicar esse aspecto, a escola marginalista considera que a satisfação de cada necessidade requer certa quantidade de bem ou serviço. À medida que a quantidade consumida pelo indivíduo aumenta, reduz-se a satisfação obtida. O valor de cada bem é dado pela utilidade proporcionada pela última unidade disponível desse bem, ou seja, pela sua utilidade marginal. Os marginalistas argumentam que um bem muito abundante, pode ser utilizado de formas que não são essenciais. À medida que ele escasseia , as formas não-essenciais devem ser abandonadas: sua utilidade marginal aumenta. Desse modo, a utilidade marginal, mede a necessidade que ainda resta a ser satisfeita e, portanto, o valor do bem. Os fatores de produção também são objeto de uma avaliação subjetiva, ou seja, de uma desutilidade ou renúncia à utilidade. Segundo a teoria marginalista, o trabalho causa desprazer enquanto atividade e só é realizado porque seus resultados (bens e serviços) proporcionam utilidade. À medida que o trabalho se prolonga, sua desutilidade ( o desprazer provocado pela fadiga) aumenta e a utilidade marginal de seus produtos diminui. Quando a desutilidade e a utilidade se igualam, o trabalho cessa. Analogamente, o capital é visto como bens a cujo usufruto o indivíduo renuncia no presente para consumir uma maior quantidade no futuro. Resulta, portanto, de uma negação do consumo individual imediato, na expectativa de um rendimento maior no futuro, a patir da comparação de duas utilidades separadas no tempo. A partir dessas proposições, deduz-se que a cada bem associa-se um custo, um preço de oferta que aumenta com o volume de bens produzidos. Como cada bem é produzido mediante utilização de trabalho e capital. Com isso, o custo do trabalho eleva-se, pois sua desutilidade cresce. Desse modo, os magirnalistas explicam o fenômeno pelo qual a oferta de uma mercadoria só pode aumentar se houver aumento de seu preço. A formação de preços no mercado ocorre de acordo com a clássica lei da oferta e da procura, explicada pela teoria marginalista a partir de um critério psicológico e de fundo racionalista. O produto resultaria da combinação de três fatores de produção ( trabalho, capital e recursos naturais) combinados em determinadas proporções, conforme cada caso. A produtividade de cada fator diminui à medida que sua qualidade no processo produtivo aumenta em relação aos outros fatores. Na margem, a produtividade de cada fator reflete seu valor, isto é, sua escassez relativa. Assim, um fator será tanto mais valioso quanto menor for sua disponibilidade. Sendo os fatores comercializados num mercado de concorrência perfeita – premissa clássica mantida pelos marginalistas - , demonstra-se que seus preços ( salário do trabalho, juros do capital e renda da terra) correspondem às respectivas produtividades marginais.  
  • Desta forma, podemos evidenciar que a escola neoclássica, ou marginalista foi um escola do pensamento econômico baseada em seus postulados principais fundamentados nos estudo microeconômico, onde observamos uma economia fechada em que temos somente capitalistas e consumidores e que não presenciamos a participação nem do estado nem de uma economia aberta, com importações e exportações, e que tinha como seu princípio de valor a utilidade, diferenciando-se das escolas anteriores que baseavam seus princípios de valor no trabalho empregado na produção. Além disso, a escola marginalista estudava a demanda e a oferta para poder chegar ao ponto de equilíbrio parcial da economia buscando a máxima satisfação do consumidor acrescentando o conceito de utilidade marginal ao nosso estudo.
  • Parte 1
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  • Kenneth Arrow
  • Biografia
  • Economista norte americano professor da Universidade de Harvard e ex-consultor para assuntos econômicos do governo dos Estados Unidos. Em 1972, dividiu o Prêmio Nobel de Economia com J.R. Hicks. É produto completo de New York City, nascido e levantado na cidade. 
  • Ligado aos neoclássicos, dedicou-se ao estudo da chamada economia do bem-estar. Usando táticas de econometria, procurou estabelecer uma teoria da escolha social a partir das referências individuais. 
  • Um dos teóricos econômicos mais proeminentes do século XX, fez contribuições fundamentais à numerosos campos, a maioria se concentrando então em torno da teoria do equilíbrio e da economia do bem-estar. Ensina em Stanford até hoje.
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  • Contribuições
  • Suas principais contribuições foram no âmbito da teoria do bem-estar e do equilíbrio geral da economia. Escreveu diversas obras importantes para economia, estudos da teoria do investimento público com incerteza, onde discutia o papel do risco-rolamento do governo. Seu interesse com programação matemática e política pública conduziu-o ao tópico da política ótima – no detalhe, ao uso da teoria do controle ótimo como um guia ao alocamento de recursos. Em 1979 com Radner e a teoria das equipes e com Chang na teoria dos recursos naturais abriu novas avenidas para a teoria do alocamento da organização e de recursos. 
  • Estudou a teoria de jogo na qual analisava conflitos e estratégias internacionais. Entretanto esta teoria era aceitável para jogos de sala de estar, mas quando se tratava de nações envolvidas em casos estratégicos. 
  • Introduziu o conceito do perigo moral na economia e anunciou o alvorecer da teoria da informação. Era muito ligado a teoria do investimento público com a incerteza. Seu interesse com programação matemática e política pública conduziu-lhe ao tópico da política ótima – no detalhe, ao uso da teoria de controle ótimo como um guia a alocação de recursos, à política do inventário, ao investimento público. 
  • Com alguns economistas estudou a teoria das equipes e dos recursos naturais que abriu avenidas para o estudo de novas teorias do alocamento da organização e de recursos.
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  • Linha de Pensamento
  •  Arrow segue a linha de pensamento neoclássica atual fazendo estudos no campo da econometria e da economia do setor publico, fez diversos trabalhos seguindo a teoria do bem-estar social e do equilíbrio geral da economia. 
  • Economista atual, que estuda o comportamento humano, a teoria dos jogos e da alocação ótima dos recursos disponíveis.
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  • Principais Obras
  • Escolha Social e Valores Individuais;
  • Investimento Público, a Taxa de Lucro e Política Fiscal Opcional;
  • Princípios da Racionalização e Decisões Coletivas; Entre outras.
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  • John Maynard Keynes (1883 – 1946) Parte 1
  • Biografia
  • Keynes, nasceu em Cambridge( Inglaterra), em 1883, e faleceu em Sussex, em 1946. O mais importante economista da primeira metade do século XX foi, sem dúvida, John Maynard Keynes (1883-1946), o filho de um professor de economia, John Neville Keynes, que nascera destinado a influenciar massivamente tanto na economia de seu país, a Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos. Com exceção de Karl Marx, nenhum outro homem em toda literatura econômica causou tanto furor quanto ele, tanto na teoria como na prática econômica.  
  • Teve uma vida agitada e sua atividade estendeu- se por campos muito variados do saber, da política e da arte. Foi funcionário público, professor, conferencista, assessor do tesouro britânico, diretor do banco da Inglaterra, político, economista, financista, protetor das artes e coletor de livros raros. Representou a Inglaterra em várias reuniões importantes. Participou ativamente da vida política, social e econômica de sua época. Más o que tornou conhecido no mundo todo foi sua obra de economistas, principalmente a Teoria Geral que representou a ruptura com a economia prevalecente até então.  
  • Keynes foi fruto da época vitoriana. Estudou Filosofia e Matemática. Chegou mesmo a apresentar uma dissertação sobre Teoria das probabilidades, com a qual pretendia ingressar no mundo acadêmico. Critico severo da economia clássica, inicialmente marginalizado nos meios oficiais suas teorias ganharam força durante a grande depressão (1929). Chefiou a delegação do Reino Unido à Conferência de Bretton Woods, nos Estados Unidos (1944-1945) e com o seu projeto para a estabilização monetária internacional, conhecido como Plano Keynes, em conjunto com o Plano White americano, serviu de base para a criação do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), entidade da qual foi um dos primeiros dirigentes. Seus livros mais citados são The Economic Consequences of the Peace (1919), A Treatise on Money (1930) e o revolucionário General Theory of Employment, Interest and Money (1936), considerado sua obra fundamental. Predestinado, nenhum outro homem em toda literatura econômica foi tão influente quanto ele, tanto na teoria como na prática econômica, na economia de seu país, a Grã-Bretanha, como nos Estados Unidos, provocando a adoração de uns e severa crítica de outros. Defensor dos pobres, mas membro da aristocrática Câmara dos Lordes, estudioso da economia e da arte, professor de Cambridge e companheiro de escritores rebeldes, casado com uma bailarina russa e amante de um pintor inglês, ocupava vários espaços no mundo intelectual de sua época. Essas contradições, na vida dele, talvez explicassem o por quê de Keynes despertar interpretações tão variadas.  
  • Com certeza foi um dos maiores economistas de todos os tempos e uma das maiores personalidades do século XX, em termos de seus interesses gerais e de seu gênio extraordinário. Morreu de infarto na capital inglesa, após ganhar fama como um dos intelectuais mais importantes do século XX. 
  • Parte 2
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  • John Maynard Keynes (1883 – 1946) Parte 2
  • Parte 3
  • Parte 1
  • TEORIA KEYNESIANA
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  • A teoria predominante na época, é a teoria neoclássica, principalmente na versão Marshalliana. Esta teoria tem como suposto a “lei de Say”, segundo o qual o processo de produção capitalista é também um processo de geração das rendas( lucros, salários e aluguéis), é por isso que a oferta cria sua própria demanda. A realidade dos fatos desmentia essa teoria. Keynes colocava- se formalmente contra essa linha de pensamento. Ele vai ser o primeiro autor a de sucesso a apresentar uma versão teórica, capaz de explicar os caos econômicos da época
  • Conjunto de idéias que propunham a intervenção estatal na vida econômica com o objetivo de conduzir a um regime de pleno emprego. As teorias de John Maynard Keynes tiveram enorme influência na renovação das teorias clássicas e na reformulação da política de livre mercado. Acreditava que a economia seguiria o caminho do pleno emprego, sendo o desemprego uma situação temporária que desapareceria graças às forças do mercado.
  • O objetivo do keynesianismo era manter o crescimento da demanda em paridade com o aumento da capacidade produtiva da economia, de forma suficiente para garantir o pleno emprego, mas sem excesso, pois isto provocaria um aumento da inflação. Na década de 1970 o keynesianismo sofreu severas críticas por parte de uma nova doutrina econômica: o monetarismo. Em quase todos os países industrializados o pleno emprego e o nível de vida crescente alcançados nos 25 anos posteriores à II Guerra Mundial foram seguidos pela inflação. Os keynesianos admitiram que seria difícil conciliar o pleno emprego e o controle da inflação, considerando, sobretudo, as negociações dos sindicatos com os empresários por aumentos salariais. Por esta razão, foram tomadas medidas que evitassem o crescimento dos salários e preços, mas a partir da década de 1960 os índices de inflação foram acelerados de forma alarmante.
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  • A partir do final da década de 1970, os economistas têm adotado argumentos monetaristas em detrimento daqueles propostos pela doutrina keynesiana; mas as recessões, em escala mundial, das décadas de 1980 e 1990 refletem os postulados da política econômica de John Maynard Keynes.
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  • Desviou-se claramente da maioria das Economias anteriores, até mesmo da de seu professor, Alfred Marshall, a qual era considerada pela maior parte dos eruditos quase sacrossanta. É verdade que muitas de suas idéias combinaram com as dos economistas anteriores, como Lauderdale, Malthus, Rae, Sismondi, Say, Quesnay e outros. Keynes combinou suas próprias teorias e os desenvolvimentos anteriores em uma análise que ocasionou transformações na Economia aceita em grau que raiou pela revolução.
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  • John Maynard Keynes (1883 – 1946) Parte 3
  • Parte 2
  • Parte 4
  • LINHA DE PENSAMENTO
  • Pensador de poderosa influência na renovação das teorias econômicas clássicas e na reformulação da política econômica de livre mercado e considerado o mais importante economista teórico da era pós Karl Marx. 
  • Para os economistas neoclássicos, em especial Pigou, a quem Keynes ataca de modo especifico, o desemprego é causado por salários excessivamente altos Para eliminar o desemprego seria preciso baixa os salários. Para Keynes a política adotada deveria ser outra. O desemprego é provocado por deficiência da demanda. A baixa dos salários poderia agravar a situação por que levaria a um desestimulo do consumo, a queda do consumo levaria alguns empresários a arquivarem seus projetos de investimentos, ou até mesmo diminuir as produções correntes. Neste caso, Haveria um aumento da capacidade aciosa, e portanto aumentaria o desemprego. Critico severo da economia clássica, inicialmente marginalizado nos meios oficiais suas teorias ganharam força durante a grande depressão (1929). 
  • Keynes foi discípulo de Marshall e aceitava os ensinamentos ortodoxos. Keynes era um espirito teórico e, ao mesmo tempo, pragmático. A discrepância entre o diagnóstico e os remédios clássicos, por um lado, e a diferença, por outro lado e a persistência da doença, por outro, não poderia deixa-lo indiferente. Os instrumentos de política econômica clássica nada resolviam. Era preciso explicar esse fracasso e criar um novo instrumental, capaz de solucionar o problema. A teoria geral é uma resposta a esta situação.
  •  Keynes provocou adorações de uns e severa crítica de outros. Foi elogiado pela maioria das coisas boas e considerado culpado por muitas das coisas más que se tornaram parte da política nacional durante as duas últimas décadas. A dinâmica de suas teorias provocou a formação de um forte grupo pró-Keynes, enquanto os pontos vulneráveis das mesmas, juntamente com o que expressam ou implicam no tocante à ação governamental, produziram um forte grupo anti-Keynes. Anterior ao pensamento revolucionário keynesiano, a "Microeconomia" pressupunha que as forças de oferta e de procura provocariam automaticamente ajustes para o equilíbrio em todos os preços e valores, plena utilização dos fatores de produção, e um preço de equilíbrio para o uso de cada um. Os desvios desses níveis eram considerados temporários. De modo geral, a análise anterior do preço e do valor assentava-se em hipóteses baseadas no laissez faire e a aplicação de tal teoria implicava uma política de laissez faire e a perfeita mobilidade dos fatores no seio de uma economia auto-reguladora. Poderia-se exemplificar como casos específicos da Microeconomia a procura pelo trigo ou o nível salarial de uma determinada indústria. Por outra visão, a "Macroeconomia" cuidava dos totais ou agregados. Tratava da renda nacional total segundo é afetada pelos gastos e poupanças totais. A Microeconomia está incorporada a esta. Observa o comportamento da economia total e reconhece que o dano de uma das partes é prejudicial ao todo. A idéia de fluxo é da mais alta importância pelo fato de que a renda total nacional da sociedade deve ser mantida em certos níveis para garantir os níveis desejados de investimentos, economias e emprego. É uma espécie de conceito de equilíbrio geral no total todo elemento da economia depende de todos os demais elementos.
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  • John Maynard Keynes (1883 – 1946) Parte 4
  • Parte 3
  • Linha de Pensamento 9contimuação)
  • Contrariando a Microeconomia , não aceita o laissez faire, considerando-o, na verdade, uma filosofia inteiramente indigna de confiança e que pode ser julgada grandemente responsável pelas violentas perturbações no nível das atividades comerciais e pelo desemprego subseqüente. Contudo, a Macroeconomia é anterior a Keynes. A teoria dos ciclos comerciais, seja ela monetária ou não em sua maneira de apreciar a questão, interessa-se primordialmente pelos problemas das rendas e empregos flutuantes; esses problemas preocuparam os economistas por muitos anos. Os estudos primitivos sobre os ciclos comerciais raramente empregaram evidência empírica, mas pelo menos nos Estados Unidos a macroanálise existiu durante meio século. Keynes fez a ênfase recair inteiramente sobre os níveis das rendas segundo afetavam os níveis de emprego, o que constitui, naturalmente, uma ênfase diferente da encontrada nos estudos anteriores. É provavelmente verídico que toda a economia keynesiana tenha-se destinado a encontrar as causas e curas para o desemprego periódico. Keynes não encontro solução alguma para o problema em quaisquer trabalhos sobre Economia Política então existentes, sendo os seus esforços, portanto, grandemente exploratórios.
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  • Obras Principais
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  • . Seus livros mais citados são:
  • The Economic Consequences of the Peace (1919),
  • Teoria da probabilidade (1930)
  • Teoria geral (1936), considerado sua obra fundamental.
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  • Um dos mais notáveis pensadores e os mais profundo na economia moderna - e um dos poucos cujas reputação e a influência, apesar da negligência relativa sobre sua vida, aumentou somente o tempo excedente e o promete se manter no aumento.
  • Nicholas Georgescu-Roegen foi treinado em estatística em Bucareste e no Sorbonne - receber seu Ph.D em 1930s, gastou três anos em Harvard , onde ele foi colocado na economia por Joseph Schumpeter - e posto imediatamente sua marca sobre este campo novo com alguns papéis proeminentes na teoria do produtor e do consumidor (1935, 1936) - que incluiu uma solução " do problema da integração " assim bem como acabar a preferência-derivação revelada da utilidade. Determinou também proposições na escolha estocástica e em preferências lexicográfica.
  • Após o retorno a Bucareste, Georgescu-Roegen fez exame em deveres oficiais para o governo da Romênia, incluindo uma posição nas negociações pós-guerra com a união soviética. Em 1948,Georgescu-Roegen fugiu da Romênia Comunista-controlado..
  • Georgescu-Roegen voltou para os Estados Unidos, estabelecendo-se finalmente na universidade de Vanderbilt. Lá, desenvolveu suas idéias iniciais em uma aproximação biológica ou evolucionária nova à teoria econômica.
  • Principais Obras
  • A teoria pura do comportamento de consumidor ", 1936, QJE .
  • A teoria da escolha e do constancy de Lei econômica ", 1950, QJE .
  • Sistema de Leontief na luz de Resultado recente ", 1950, REStat .
  • Fenômenos do relaxation em Modelo dinâmico linear ", 1951, em Koopmans, em editor, em análise da atividade do alocamento e em produção .
  • Uma análise diagrammatic de Complementarity ", 1952, EJ do sul .
  • Preferência bem escolhida e revelada ", 1954, EJ do sul .
  • Limitationality, Limitativeness e equilíbrio econômico ", 1955, symposium das continuações ò na programação linear .
  • Escolha, Expectativa e Measurability ", 1956, QJE .
  • Ponto inicial na escolha e na teoria da demanda ", 1958, Econometrica .
  • A natureza de Expectativa e de Incerteza ", 1958, no comportamento de Bowman, de editor , de expectativas, de incerteza e de negócio .
  • Teoria econômica e Economia agrarian ", 1960, EP de Oxford .
  • A economia de Produção ", 1970, AER .
  • A lei da entropia e o Processo econômico , 1971.
  • Energia e mitos econômicos: Essays econômicos institutional e analíticos , 1976.
  • O estado constante e o Salvation ecological ", 1977, Bioscience .
  • Análise da energia e Valuation econômico ", 1979, EJ do sul .
  • Decroissance do la de Demain , 1979.
  • Um emigrant de um país tornando-se ", 1988, BNLQR .
  • Nicholas Georgescu-Roegen sobre himself ", 1992, em Szenberg, editor, economistas eminentes .
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  • Michal Kalecki (1899 – 1970) Parte 2
  • Michal Kalecki nasceu na Polônia, foi bem educado na Oxford o que levou ele a seguir carreira nas Nações Unidas. Os trabalhos de Kalecki cobrem ambos os problemas do capitalismo e como desenvolver economias comunistas.
  • Kalecki, pode ser descrito como um de poucos economistas do vigésimo século para ter vindo através das duas caras do capitalismo e do comunismo. Muito dos trabalhos de Kalecki são considerados verdadeiros.
  • Kalecki escreveu suas teorias durante a década de 1950, o mundo via o crescimento econômico maciço, enquanto os países estavam emergindo do pós-guerra entre dois mundos, na escrita do mesmo Kalecki olhou um período de baixa econômico global dos 1960.
  • Muito de seu trabalho trabalhado foi concernido com o desenvolvimento do microeconômicos.
  • Nós agora discutiremos momentaneamente as áreas principais de seu trabalho:
  • Capitalismo - ' o sistema do capitalista não é ' um regime harmônico', cuja a finalidade seja a satisfação das necessidades de seus cidadãos, mas um regime ' antagonístico ' que deva fixar lucros para capitalistas.
  • Poder dos fornecedores - Em sua teoria de mark-up fixa o preço acima, Kalecki sugere que os fornecedores de material prima exercem o poder muito pequeno. O poder fica para os fabricantes que determinam suas próprias margens de lucro. Daqui os fornecedores são limitados a respeito de o que podem ter recursos para pagar seus próprios trabalhadores. Kalecki sugere que os fabricantes tenderão a restringir as margens que de lucro os fornecedores têm, a respeito de impedem concorrentes pensando podem gerar taxas iguais do lucro incorporando o mesmo mercado.  
  • Kalecki & Marx - em analisar a distribuição de renda na sociedade, Kalecki usa a aproximação do multiplicador de Marx para sugerir onde as indústrias têm o índice elevado da material prima, terão freqüentemente salários muito baixos. Não acreditava que a insatisfação dos trabalhadores era devido aos salários baixos, ele aceitou habilidades diferentes dos trabalhadores significaria salários diferentes.
  • Kalecki foi descrito como o marxista, certamente alguns de seus trabalhos mostram tendências marxista. É descrito melhor como o um realista, compreendendo as forças e as fraquezas do capitalismo e do comunismo.
  • Salários & de Kalecki - embora Kalecki sugerisse salários baixios em setores do material prima, sugeriu aquele em uma produção mais hábil significaria salários aumentados. Kalecki rejeitou a opinião a que os salários elevados conduzirão a uma redução na saída e significarão um desemprego mais elevado como proposto pela escola clássica.
  • Taxation - Kalecki sugeriu que taxas poderiam prejudicar a indústria. Ele achava que as taxas teriam que ser usadas para melhorar o desempenho das industrias.
  • Investimento - Kalecki deu um passo grande em analisar o papel do governo em relação as taxas aplicadas no mercado e seu efeito nos investimentos. O investimento e as inovações técnicas resultantes na produtividade como vista por Kalecki mostraram que as taxas não afetam totalmente os negócios, porque compreenderam a necessidade para o investimento trazer inovações aproximadamente técnicas para reduzir custos, melhorar a saída e incorporar mercados novos.
  • Parte 2
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