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Parte 1
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  • Rudolf Hilferding (1877-1941), perdido entre dezenas de depoimentos de comunistas arrependidos reunidos por Julien Steinberg no livro Verdict of Three Decades: >From the Literature of Individual Revolt against Communism, 1917- 1950. Hilferding, um eminente marxista austríaco, chegou por caminhos diferentes às mesmas conclusões de seus compatriotas liberais a respeito da identidade essencial entre comunismo e nazi- fascismo.
  •  Não se trata de uma opinião qualquer. Hilferding foi talvez o único economista marxista dotado de originalidade e espírito independente além do próprio Marx. Ele estreou na arena das polêmicas teoréticas, ainda muito jovem, desafiando, para o debate sobre da teoria do valor- trabalho, pedra fundamental da doutrina da mais-valia, ninguém menos do que o consagrado Eugen von Böhm-Bawerk, então reconhecido mundialmente como um dos maiores economistas de seu tempo. Bohm- Bawerk publicara uma crítica demolidora à essa concepção fundamental do marxismo. Marx, asseverou o pioneiro do marginalismo, reduz erradamente o valor de uma mercadoria à quantidade de trabalho necessária à sua produção, com isso ignorando exceções óbvias como a terra, que tem valor e não é fruto do trabalho. Ademais, o valor de uso dos produtos é abstraído da análise geral do valor, abstração arbitrária e descabida que invalida irremediavelmente essa teoria como meio adequado de compreensão de seu objeto. Por outro lado, Marx admite que os preços das mercadorias raramente ou mesmo nunca coincidem com o valor de troca supostamente decorrente do trabalho nelas cristalizado, sendo que, aliás, não há como reduzir o trabalho, heterogêneo por definição, a uma unidade de conta homogênea e constante.
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  • Hilferding retrucou ressaltando que no capitalismo o valor de uso das mercadorias é irrelevante, de vez que se trata de um modo de produção fundado apenas no valor de troca. Segundo ele, na economia capitalista as relações se dão entre coisas, não entre pessoas, posto que tudo, inclusive o trabalho, é "reificado", reduzido à mercadorias. A conclusão é que, no contexto analítico marxista, a precisão e a quantificação não são importantes, mas sim a revelação das leis globais da troca, as quais, "em última instância", são regidas pela lei do valor. Essa réplica não convence. Apartar da análise o valor de uso, ou seja, as valorações subjetivas, é um absurdo. É extirpar o que há de humano nos homens e, aí sim, "reificá- los". De resto, se no exame marxista nem o valor de troca nem a quantidade de trabalho servem para determinar com precisão os preços, então não servem para nada. É mera impostura travestida de ciência. A resposta de Hilferding, entretanto, bastou para satisfazer a sectária ortodoxia marxista de seu tempo e granjeou fama para o autor.
  •  Hilferding fez jus a essa notoriedade com sua obra-prima, o tratado sobre o capital financeiro Das Finanzkapital, de 1910. É com efeito um livro interessante, escrito com lucidez e sobriedade raras num autor dessa escola. Ele reitera o insight de Marx de que o sistema capitalista tende inexoravelmente para a superconcentração do capital, face aos vultosos recursos necessários para se fazer frente às despesas com uma produção cada vez mais dependente da alta tecnologia. As pequenas e médias empresas são varridas do mercado e absorvidas pela concorrência dos grandes conglomerados. Esse processo é acompanhado pelo crescimento do capital líquido controlado pelos bancos, o capital financeiro, que subjuga as indústrias escravas de suas necessidades insaciáveis de capital circulante. Ocorre então uma mutação na ideologia burguesa, do livre-comércio e livre-concorrência para os mercados fechados e estratificados em cartéis e oligopólios. Deflagram-se disputas entre as potências capitalistas avançadas pelos mercados globais, que resultam em guerras imperialistas. O autor não exclui a possibilidade de que toda a economia mundial termine englobada em um único e vasto supercartel.
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 2
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  • A interpretação de Hilferding, conquanto fundada numa descrição razoavelmente acurada dos fatos, está errada mercê das categorias analíticas equivocadas que utiliza. Na verdade, o que ocorria na época era um retorno ao mercantilismo sob nova capa socialista, graças ao fortalecimento do poder político e sua ascendência sobre a indústria e a finança. O próprio Hilferding reconheceu posteriormente, como veremos, que o poder político tem uma dinâmica própria que transcende e absorve o econômico. Nada impede que uma economia de mercado avançada global opere com base nos princípios do livre-comércio e da livre-concorrência. Monopólios só são efetivos, i.e., só conseguem impor preços de monopólio, quando o governo proíbe tout court a competição, ou a inviabiliza indiretamente, como no caso do protecionismo. Cartéis e oligopólios são combinações inerentemente instáveis e tendentes à dissolução, posto que os seus membros mais competitivos logo se cansam de carregar os menos eficientes nas costas e baixam seus preços. Novamente, apenas a coerção estatal confere estabilidade e durabilidade a tais combinações de produtores. O fato de existirem grandes empresas não anula a soberania dos consumidores. Tamanho não é documento. Se fracassar em sua tarefa de satisfazer seus clientes, a empresa, seja de que tamanho for, quebra ou é suplantada por outras mais ágeis. Estamos carecas de testemunhar casos assim. Por outro lado, uma economia mundial sujeita a um único supercartel é tão inviável quanto o socialismo global puro, uma vez que, como Ludwig von Mises provou, num e noutro caso inexistiriam preços para os fatores de produ&c cedil;ão, todos de propriedade de um único dono, de modo que o cálculo econômico racional seria impossível. Por fim, o que Hilferding descreve como transformação da ideologia burguesa é na realidade a ascensão da ideologia antiburguesa, socialista, que resultaria no comunismo e no nazi-fascismo.
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 3
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  • Com a cisão entre a social-democracia e o comunismo em 1917, Hilferding preferiu a primeira, tendo inclusive ocupado altos cargos ministeriais em governos de seu partido na Alemanha de Weimar. Jamais, porém, abjurou de sua filiação marxista, nem deixou de pensar segundo categorias estritamente marxistas. Comparado à ralé intelectual que seguiu os comunistas, Hilferding se destaca como um grande pensador. E foi como marxista que ele comparou e igualou comunismo e nazi-fascismo no citado artigo, escrito em 1940, que passamos a analisar. O austríaco ridiculariza ab initio a caracterização do comunismo soviético como "capitalismo de estado". Se o governo é dono de todos os meios de produção, a economia capitalista está morta. A economia de mercado tem natureza mercantil, fundada no motivo do lucro e na propriedade privada, na concorrência e nos preços formados pela interação entre oferta e procura. Ora, a economia de estado "elimina a autonomia das leis econômicas". A direção da produção deixa as mãos dos empresários, pois é uma "comissão planejadora que passa a determinar o que é produzido e como". Os preços perdem sua função paramétrica para o processo econômico e se tornam simples decretos estatais arbitrários. Não existem mais mercadorias, porque as trocas foram suprimidas. A acumulação subsistente não é mais a mesma da lógica capitalista. Hilferding nega, ademais, que a burocracia seja uma "nova classe dirigente", como queria Trotsky. A burocracia, na sua ótica, é um estamento rigidamente hierarquizado, um instrumento maleável nas mãos de quem realmente detém e exerce o poder: o autocrata supremo. É ele quem dá as ordens; cabe &a grave; bucracia obedecê-las e executá-las. A economia é subjugada pela política e suas leis deixam de ter validade. A oposição clássica entre burguesia e proletariado é superada e absorvida pelo Estado Totalitário, o qual opera de acordo com suas próprias leis e reduz a si toda a sociedade. "Apesar das grandes diferenças em seus pontos de partida, os sistemas econômicos dos Estados Totalitários estão se aproximando cada vez mais uns dos outros", escreve o autor. Ele, porém, recusa-se a reconhecer o comunismo russo como materialização da doutrina marxista, visto que, segundo pensa, esta é inseparável da democracia. Para Hilferding é irrelevante a controvérsia sobre o caráter socialista ou capitalista da União Soviética. "Não é uma coisa nem outra. Ela representa uma economia de Estado Totalitário (grifo do autor), isto é, um sistema do qual os sistemas econômicos da Alemanha (nazista) e da Itália (fascista) estão se aproximando cada vez mais".
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 4
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  • Por mais fascinante e honesta que seja essa opinião, não podemos endossá-la integralmente. As leis e regularidades econômicas jamais são revogadas, como pensava Hilferding. O Estado Totalitário não é onipotente, nem pode violar impunemente as regras da economia. Mais cedo ou mais tarde é o Estado Totalitário quem leva a pior e acaba se auto-destruindo, como a experiência soviética ilustra. Outro ponto a ser impugnado nas alegações do austríaco é a recusa de considerar socialista o que de fato era socialista. A supressão da propriedade privada, dogma do marxismo, só pode gerar um vácuo que fatalmente será preenchido pela propriedade coletiva concentrada no Estado. O Estado só pode se estruturar burocraticamente, não há outro meio. E uma sociedade reduzida ao Estado só pode engendrar uma ordem totalitária. O socialismo é, pois, intrinsecamente totalitário e incompatível com a democracia. Deve-se discordar da distinção que Hilferding traça entre os pontos de partida do nazismo, fascismo e comunismo. Todos foram essencialmente socialistas e violentos, e recorreram à métodos similares para alcançar e manter o poder. Quanto à burocracia, ela era realmente uma nova classe dominante. Trotsky estava certo nesse particular. É verdade que se tratava de um estamento sujeito aos caprichos de um autocrata. Mas como esse autocrata prevalecia em sua luta pelo poder contra outros candidatos à autocracia? A burocracia o escolhia e acatava. O terror do ditador contra os burocratas, embora comum, não durava para sempre. Ele acabava por se abrandar e a burocracia consolidava então o seu poder em uma miríade de feudos e alianças, em meio à frouxidão crescente da hierarquia. Pelo menos foi assim na URSS.
  • Rudolf Hilferding foi capturado e executado pelos nazistas em 1941. Não teria tido sorte diferente nas mãos dos comunistas.
  • O conceito de "capital financeiro" utilizado por François Chesnais não é o mesmo utilizado por Rudolf Hilferding em seu livro "O capital financeiro", de 1910 (Rudolf Hilferding , economista social-democrata dos primórdios do século XX, foi um dos principais teóricos do capitalismo financeiro que analisou a fusão clássica entre as finanças e a indústria, isto é, a interconexão entre os bancos e a indústria). Na verdade, Chesnais incorpora (e amplia) com novas determinações o conceito de "capital financeiro" (a única forma de capital que não foi teorizada por Marx, apesar dele ter apresentado interessantes – e atuais – considerações sobre o "capital-dinheiro" ou "capital monetário").
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 5
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  • O capital financeiro que predomina sob a mundialização do capital não consiste apenas da integração entre o capital de financiamento, nas mãos dos bancos, com o capital industrial, das corporações transnacionais. As instituições financeiras, que centralizam massas importantes de capital-dinheiro e que cresceram em número e dimensão, portanto, de maneira qualitativa, a partir dos anos 80, são as seguintes:
  • (1) grandes fundos de pensão por capitalização e fundos de aposentadoria anglo-saxões e japoneses
  • (2) os grandes fundos de aplicação coletiva privados e de gestão de carteiras de títulos (os Fundos Mútuos de Investimento)
  • (3) os grupos de seguros, especialmente os engajados na "indústria" de pensões privadas e de aposentadorias complementares
  • (4) os enormes bancos multinacionais, embora sua posição tenha baixado na hierarquia mundial do capital.
  • Uma das principais característica da mundialização do capital é o domínio do capital financeiro como força plenamente autônoma diante do capital industrial. As instituições financeiras não-bancárias supracitadas (1), (2) e (3) comandam massas de capital-dinheiro tão grandes que, se as compararmos com as da maior parte dos grandes bancos, estas parecem pequenas. São esses operadores financeiros de um tipo qualitativamente novo (que não existiam, na dimensão em que existem hoje, nos tempos de Hilferding), que têm sido, de longe, os principais beneficiários da "mundialização financeira":
  • Eles [as instituições financeiras não-bancárias] não se desinteressam da indústria. Uma parte significativa de seus ativos financeiros gigantescos é detida sob a forma de pacotes de ações. Estes são mais ou menos importantes, mas sempre o suficiente para ditar a política econômica e as estratégias de investimentos dos grupos industriais em questão. (Chesnais, 1997:36)
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 6
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  • Trata-se da nova questão denominada "corporate governance" – ou o "governo dos acionistas". São tais instituições financeiras não-bancárias que muitas vezes determinam a orientação das decisões de investimento e as formas de exploração dos assalariados. Os grandes operadores financeiros das instituições financeiras não-bancárias, tais como Fundos Mútuos de Investimento e Fundos de Pensões, possuem como uma parte significativa de seus ativos financeiros, pacotes de ações de indústrias. A partir daí eles orientam as decisões de investimento e as formas de exploração dos assalariados:
  • os preceitos da ‘re-engineering’ industrial, cuja ferramenta é a ‘corporate governance’, desempenham, por exemplo, um papel central na transformação qualitativa da relação salarial. (Chesnais, 1997:36)
  • O que se observa é que a alteração qualitativa das relações entre os elementos diferenciados da "totalidade sistêmica" que é o capital tende a promover alterações na própria morfologia de tais elementos. No caso, o capital financeiro surge como a fração do capital que tende a imprimir a sua marca no capital industrial e no capital comercial, isto é, no conjunto das operações do capitalismo contemporâneo.
  • Qual a natureza do capital financeiro?
  • Em primeiro lugar, o capital financeiro – ou capital rentista – vive das operações que têm como palco a esfera financeira, definida por Marx como sendo aquela em que "temos D-D’, dinheiro produzindo dinheiro, um valor se valorizando, sem nenhum processo (de produção) que sirva de mediação aos dois extremos" (Karl Marx, O Capital, livro III, cap. XXIV). Temos, portanto, o ciclo "encurtado" do capital-dinheiro ou do capital fictício. A partir do desenvolvimento (e crescimento) do capital financeiro surge – e se desenvolve – uma camada da burguesia de caráter essencialmente rentista, no sentido econômico preciso, de que os ganhos de que desfrutam resultam de transferências a partir da esfera da produção e da troca:
  • Os ganhos rentistas devem ser classificados na categoria dos ganhos "secundários", no sentido em que eles ocorrem como punção, ou ainda como dedução das categorias centrais de rendimentos, ou seja, o lucro, os salários e os rendimentos das camadas "independentes" criadoras de valor (pequenos agricultores, artesãos).(Chesnais, 1997:33)
  • Quais os mecanismos que propiciam a punção do capital financeiro sobre o montante da riqueza produzida? Quais os mecanismos que permitem a transferência de riqueza do setor produtivo para o mercado financeiro, dominado por frações da burguesia rentista e parasitária?
  • Rudolf Hilferding
  • Parte 7
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  • Títulos da dívida pública
  • Os títulos da dívida pública são a "pedra angular" dos mercados financeiros contemporâneos. Marx, citado por Chesnais, diz que
  • "a acumulação do capital da dívida pública não significa outra coisa, a não ser o desenvolvimento de uma classe de credores do Estado, que são autorizados a recolher para eles certas somas do montante dos impostos." ("O Capital", livro III, cap.XXX).
  • (2) Capital-dinheiro de Empréstimo
  • É o capital-dinheiro de empréstimo "colocado à disposição de empresas" que ocorrem como dedução do lucro. Chesnais citando, mais uma vez, Marx:
  • Ainda que o juro seja apenas uma parte do lucro, isto é, da mais-valia que o capitalista ativo extorque ao operário, o juro apresenta-se agora (…) [quando a dimensão dos mercados em que se negociam as obrigações privadas e créditos bancários ultrapassam um certo limiar, ocorrendo uma inversão qualitativa – FC] como o fruto propriamente dito do capital, como a coisa primeira; o lucro, ao contrário, que toma então a forma de lucro da empresa, aparece como um simples acessório e adicional que se junta no curso do processo de reprodução. Aqui, a forma fetichista do capital e a representação do fetiche capitalista atingem sua perfeição.
  • Quanto mais a esfera financeira se amplia e cresce, com a explosão financeira no curso da década de 80 e os sobressaltos financeiros dos anos 90, "mais engendra um desenvolvimento formidável do fetichismo, inerente certamente às relações mercantis, mas que recebem um impulso extraordinário quando os mercados financeiros atingem o lugar em que se encontram hoje." (Chesnais, 1997:34).
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  • (3) Ações
  • As ações são títulos de propriedade que "estabelecem", segundo Marx, "direitos sobre uma fração da mais-valia" de que seu proprietário se apropria sob a forma de dividendos. A existência de vastos mercados de títulos industriais (as Bolsas de Valores), permitem desfazer-se de títulos a qualquer momento e, portanto, detê-los em função de seu rendimento.
  • Rudolf Hilferding
  • Final
  • Philip Wicksteed
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  • Biografia
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  • Wicksteed foi um economista britânico.
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  • Contribuição
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  • A principal contribuição de Wicksteed foi desenvolver a Função de Produção, em 1894. O produto é uma função de produção de uma soma de fatores (P=f(a,b,c,d,...,z)
  • Linha de Pensamento
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  • Wicksteed, apesar de lecionar na Inglaterra, procurou espraiar as idéias da escola de economia austríaca.
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  • Principais Obras
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  • The Alphabet of Economic Science Common Sense of Political Economy
  • Knut Wicksell
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  • Biografia
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  • Nascido na Suécia, Wicksell ensinou na Universidade de Lund, até sua aposentadoria, em 1916.
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  • Contribuição
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  • Usou o conceito "natural" a fim de explicar o equilíbrio de longo prazo da taxa de juros. Em seu trabalho Interest and Prices, Wicksell escreveu sua versão da Teoria Quantitativa da Moeda, com uma visão particular a respeito dos efeitos indiretos da oferta da moeda nos preços. Desenvolveu também a Teoria da Produtividade Marginal, que afirma que o preço de cada fator de produção deve se igualar a produtividade marginal. Wicksell também afirmou que uma alocação eficiente de recursos não garantia uma distribuição justa, pois apenas tomaria forma de uma injusta e pré-existente alocação de renda.
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  • Linha de Pensamento
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  • As teorias de Wicksell sobre os preços e quantidades colaboraram decisivamente para a macroeconomia desenvolvida na Escola de Estocolmo. Wicksell pode também ser considerado um Malthusiano, pois defendia o uso do controle de nascimento.
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  • Principais Obras
  • Abba Lerner
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