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  • John Locke (1632 – 1704)
  • Locke nasceu em 1632, na localidade de Wrington,perto de Bristol (Inglaterra). A Grã-Bretanha, como muitos outros países europeus, vivia  então mergulhada em profundas convulsões políticas, neste caso entre parlamentaristas e absolutistas, mas também entre católicos e protestantes (puritanos, anglicanos, etc) e estes últimos entre si.
  • A situação agravara-se desde 1603, quando subiu ao trono Jaime I, que se proclamou um rei absoluto por direito divino, fazendo sua a divisa: A deo rex, a rege lex ("o rei provém de Deus e do rei provém a lei"). O rei colocava-se assim acima das leis, sendo o Estado sua propriedade pessoal. Teve contra si os defensores de um regime parlamentar e das várias correntes religiosas. Em 1625 subiu ao trono, Carlos I, que continuou a reafirmar o seu poder absoluto, secundarizando o Parlamento. Os conflitos entre o rei e o Parlamento tornaram-se inconciliáveis. O pai de Locke, advogado de província, era um dos defensores da causa do Parlamento. Os conflitos religiosos faziam nesta altura milhares vítimas na Inglaterra, Escócia e Irlanda. A Guerra Civil acabou por eclodir, em 1642. Oito anos depois Carlos I era decapitado, sendo proclamada uma República que durou até 1660.
  • É neste contexto que, em 1646, Locke foi enviado para Westminster Scool, uma das melhores escolas inglesas do tempo. Estudou depois na Universidade de Oxford, onde se dedica aos estudos sobre medicina, passando a colaborar com o médico Thomas Sydenham nas suas pesquisas. Em Oxford também conheceu o químico Robert Boyle, percursor da teoria dos elementos químicos.
  • Em 1660, a monarquia absoluta era restaurada na Grã-Bretanha, com Carlos II. A revolta continuou. Locke, em 1667, torna-se médico particular e colaborador político de lorde Asley, conde de Shaftesbury, lider da oposição ao rei. Quando este se vê forçado a fugir para a Holanda, Locke acompanha-o. Tendo permanecido neste país entre 1683 e 1688. É neste período de exílio que conclui a sua obra mais conhecida: - Ensaio sobre o Entendimento Humano.
  • Entretanto, na Grã-Bretanha, Jaime II, em 1685, sucede ao seu irmão Carlos II no trono, prosseguindo a mesma política absolutista, marcada pela intolerância religiosa. Não durou muito, em 1688, o povo revolta-se e o rei tem que se refugiar em França. Sobe então ao trono da Grã-Bretanha um holandês- Guilherme d`Orange - que governou este país entre 1689 e 1702. No mesmo barco o que trouxe para Inglaterra vinha também John Locke. O parlamentarismo triunfara, assim como certas concepções de tolerância religiosa advogadas por este filósofo.
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  • Obras: Carta sobre a Tolerância (1689), Dois Tratados sobre o Governo Civil (1690); Ensaio sobre o Entendimento Humano (1690),Alguns Conceitos sobre Educação (1693),  Cristianismo Racional (1695),
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  • Arthur Lewis (1915 – 1991)
  • Arthur Lewis Economista inglês (1915-1991), especializado em modelos de desenvolvimento, com ênfase no papel dos setores não-capitalistas e da agricultura. Foi professor na Universidade de Londres. No ano de 1948, ele se tornou professor de economia política da Universidade de Manchester. Ele também foi professor de economia política em Princeton. Recebeu o seu doutorado na London School of Economics em 1949. As suas principais contribuições à economia foram na área de desenvolvimento econômico. Lewis, junto com Theodore Schultz, ganhou o Prêmio Nobel em 1979 com “pesquisas pioneiras em desenvolvimento econômico...” retratando particularmente sobre os problemas dos países em desenvolvimento. Em sua principal obra, (Development with Unlimited Supplies of Labour, 1954 (Desenvolvimento com Reservas limitadas de Trabalho), Lewis elabora um modelo dualista de desenvolvimento, no qual o grande setor não-capitalista da economia, localizado nocampo, fornece recursos para a expansão do setor urbano, capitalista, através de abundantes reservas de mão-de-obra, deslocadas para o setor produtivo da economia. 
  • Ampliando o alcance de seu modelo, Lewis tentou explicar a deterioração dos termos de trocas entre os países subdesenvolvidos e desenvolvidos. Sua análise de comércio internacional pretende mostrar que os custos de produção de matérias-primas e da indústria estão relacionados com a receita do setor agrícola, que por sua vez depende do nível de produtividade na produção de alimentos. 
  • Entretanto, Lewis não leva em conta que o setor não-capitalista da economia é o responsável pela produção de alimentos e que uma queda de produtividade nesse setor pode reverter as expectativas de um crescimento real da economia e dos salários. Seria este, em sua última instância, o responsável pela deterioração do comercio internacional.
  • Lewis acha que a economia de um país pobre, pode ser pensada como contendo dois setores, um setor pequeno capitalista e um setor muito grande que pode ser chamado de tradicional. Este modelo de dois setores se tornou a principal teoria do processo de desenvolvimento nos países menos desenvolvidos onde ocorria excesso de trabalho nas décadas de 60 e 70. Com este modelo, o setor tradicional se caracteriza por ter a produtividade marginal do trabalho igual a zero. Nos países pobres, o crescimento é lento pelo fato do setor de manufaturas ser pequeno, e sendo assim não existe uma fonte de investimentos. Em países com renda per capita média, o crescimento é alto pois o setor industrial está crescendo e puxando a força de trabalho da agricultura. Já em países com renda alta e com um setor industrial muito desenvolvido o crescimento é mais lento pois os ganhos de tirar os trabalhadores da agricultura já estão quase esgotados.
  • Nascido na Ilha de Santa Lúcia, no Caribe, Lewis foi durante vários anos vice-reitor da Universidade de West Indies, professor na Universidade de Princeton e o primeiro presidente do Banco de Desenvolvimento do Caribe, além de servir como consultor econômico aos governos de Gana, Jamaica e Guiana.
  • Escreveu mais de dez livros e de cem artigos, destacando-se entre eles: Problemas Econômicos Atuais (1940); Princípios do Planejamento Econômico (1949); A Economia dos Custos Fixos (1955); A Teoria do Crescimento Econômico (1955); Política na África Ocidental (1967).
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  • James Steuart (1712 – 1780)
  • Economista escocês(1712-1780), pré-clássico, um dos precursores de Adam Smith.. Sua principal obra, An Inquiry Into the Principles of Political Economy,1767. Uma investigação sobre os princípios da economia política, traz um título que passou a ser o modelo de todos os tratados completos sobre a matéria. Foi também uma primeira tentativa de sistematização dos conhecimentos da economia política.
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  • Na obra de Steuart ainda se encontram diversos resíduos mercantilistas, principalmente quanto á origem do lucro ou excedente. Steuart destaca o lucro que se obtém da troca, quando uma mercadoria é vendida acima de seu valor, mas admite que esse lucro não cria uma nova riqueza, diferenciando o lucro positivo do negativo. Este representaria apenas uma variação do equilíbrio da riqueza entre as partes, nada acrescentando à riqueza existente. E o lucro positivo não provocaria perda a ninguém, surgindo de um aumento geral no trabalho, na indústria e na habilidade, aumentando o bem-estar publico.
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  • O livro de Steuart tornou-se superado com a publicação de A Riqueza das Nações, de Adam Smith, uma década mais tarde 1776. Sua importância consistiu apenas nas discussões sobre finanças e na teoria sobre a população, que se antecipou à de Malthus, ao estudar a origem da sociedade. Steuart analisou a estrutura da sociedade através de mudanças nos métodos de produção e na relação entre as classes sociais. Destacou o fato de que o trabalho era única fonte capaz de aumentar a oferta dos meios de subsistência, indicando a diferença entre as formas concretas e particulares de trabalho, que geram valores de uso especifico e o trabalho visto como a categoria social, que cria valor de troca.
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  • Richard Chantillon (1680 – 1734)
  • Biografia
  • Nascido em 1680 e faleceu em 1734Banqueiro e economista francês de origem irlandesa, precursor dos fisiocratas e de Adam Smith. Seu Essai sur la Nature du commerce em Géneral (Ensaio sobre a Natureza do Comércio em Geral), conhecido desde 1730, mas só publicado em 1755, expõe as contradições do mercantilismo então vigente. 
  • A obra esteve por muito tempo esquecida e foi redescoberta por Stanley Jevons, no final do século XIX. É considerada a mais sistemática exposição dos princípios econômicos que se fez antes de A Riqueza das Nações, de Adam Smith. 
  • Apesar de ser reconhecido por muitos historiadores como o primeiro grande teórico da economia, é uma figura obscura. Isso é, tudo o que sabia-se sobre ele: ele era um irlandês com um nome espanhol que vivia na França e fez fortuna de cerca de vinte milhões de libras em um esquema junto com John Law antes de se mudar para a Inglaterra. Ele morreu em Londres – morto por seu cozinheiro demitido. Seu tratado, Essai Sur la Nature du Commerce em General foi escrito em francês e publicado anonimamente na Inglaterra cerca de vinte anos depois de sua morte (alguns dizem que o que temos hoje é uma tradução em francês do original em inglês que foi perdido). Embora seu trabalho seja reconhecido junto com o s fisiocratas, Cantillon ficou obscuro até ressucitar e ser popularizado por Wuillian Stanley Jevon por volta de 1880.
  • Linha de pesnamento
  •  
  • Cantillon começa por descrever a terra como única fonte de riqueza, na forma de um excedente econômico (acima dos custos de produção), e o trabalho como força geradora dessa riqueza. Trata também de problemas monetários, das trocas e dos juros, do comércio exterior, o câmbio, os bancos e o crédito.
  • Cantillon foi um dos primeiros a reconhecer o fluxo circular da renda e estabelecer as fundações tanto para os fisiocratas quanto para os economistas políticos clássicos. 
  • O sistema de Cantillon era claro e simples e absolutamente diferente de tudo o que existia até então. Ele desenvolveu um sistema de equilíbrio geral de dois setores pelo qual ele obteu a teoria do preço ( determinado pelo custo de produção)e uma teoria de produção (determinado pelos insumos e tecnologia). Ele estava também entre os primeiros a reduzir o trabalho até o montante necessário para sustentar o trabalhador – a além disso empregou uma função de absorção da terra necessária para produzir as necessidades de alimentação do trabalho e a luxúria para alimentar os donos de terra.
  • Como consequência, Cantillon chegou a uma política quase-Mercantilista por uma balança comercial favorável mas com um porém: ele recomendou a importação de bens “baseados na terra” e não a exportação de bens “não baseados na terra” como uma forma de aumentar a riqueza nacional.
  • Parte 2
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  • principal
  • Richard Chantillon (1680 – 1734)
  • Parte 1
  • Contribuição
  • A França, comunidade berço do liberalismo, vivia momento difíceis nas últimas décadas do período mercantilista.
  • Os lavradores e burgueses levantaram-se contra a política absolutista da monarquia decadente. Os monopólios concedidos pelo rei eram alvo de fundadas críticas. Os regulamento das corporações que reuniam os artesãos urbanos não atendiam à mentalidade do florescente capitalismo industrial, impedindo que se expandisse a densidade empresarial. A intranqüilidade política e a insolvência internacional foram agravadas pela perda da Índia e do Canadá, dois importantes elementos do império colonial francês.
  • Para agravar ainda mais a situação social e político-econômica, o sistema tributário franceses baseava-se em pesados encargos sobre os artífices, mercadores e lavradores, para permitir isenção aos nobres e ao clero. Os impostos eram chamados taille (imposto lançado sobre a fortuna), o sal (gabelle), o aides (nas manufaturas) e os traites (direitos alfandegários).
  • Todos esses erros foram apontados pelos precursores de uma nova escola, A Fisiocrata. Acreditava-se que as atividades econômicas não deveriam ser excessivamente regulamentadas e tampouco coordenadas por forças exteriores antinaturais. E , como todos os demais fisiocratas defendiam a concessão de maior liberdade para o exercício de atividades econômicas e para a conservação ou alienação do produto dessas atividades. Laissez-faire, laissez-passer - propunham os fisiocratas - le monde va de lui-même.
  • A fisiocracia introduziu duas idéias novas, opostas ao mercantilismo:
  • 1 - A crença na existência de uma ordem natural, subjacente às atividades econômicas. Seria inútil impor leis e regulamentos à organização econômica. Esta seria capaz de guiar-se por si própria. A palavra fisiocrata é composta de dois vocábulos gregos que significam exatamente Governo Da Natureza.
  • 2 - A preeminência da agricultura sobre o comércio e a indústria. Para os fisiocratas só a terra é a fonte das riquezas. As classes sociais não envolvidas no trabalho agrícola foram consideradas estéreis.
  • Contribuiu fortemente para o desenvolvimento das teorias fisiocrátas, que surgiam na época como forma de estabelecer uma novo comparativo de valor dizendo que a riqueza provinha unicamente do trabalho aplicado na terra, ou seja, na agricultura, desconsiderando outros fatores de produção como o capital por exemplo, posteriormente, os fisiocratas foram desbancados com a
  • teoria de Smith e da Escola clássica, que analisou que não é só a terra que gera valor, e sim, o trabalho aplicado nela. Todavia, ele contribuiu bastante para os estudos da fisiocracia, que, aparentemente, tinha como seu marco os estudos de François Quesnay, mas existiam outros que tinham suas teses econômicas também. 
  • Prenunciou a fase científica da economia, apresentando elementos sobre as funções de produção e os riscos assumidos pelos empresários (desenvolvidos mais tarde por Say) e explicitando o circuito econômico ( formulado por Quesnay alguns anos depois).
  • Cantillon representou o elo entre Petty e quesnay, que pouco depois seria o chefe da escola Fisiocrata.
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  • Frank William Taussig (1859 – 1940)
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